Corridas curtas na Fórmula 1 começam a ser testadas a partir do GP de Silverstone

Mais um passo foi dado para a aprovação dos testes de “sprint races” na F-1. O pedido das equipes foi atendido, e cada uma receberá US$ 500 mil a mais para testar o formato nos sábados de Silverstone (julho), Monza (setembro) e Interlagos (novembro).

A verba vai cobrir custos de logística, já que os times terão de enviar mais peças e mais funcionários para essas três etapas. Além disso, a FIA concordou numa espécie de “seguro”: em caso de acidentes nessas minicorridas de sábado, vai pagar os custos de conserto dos carros. Por fim, o teto de custos, novidade no regulamento desta temporada, foi aumentado em mais US$ 500 mil, atendendo a um pedido liderado por Mercedes e Red Bull.


Assim, a aprovação dos testes numa reunião das escuderias no próximo final de semana, parece mera formalidade. Para ser aprovada, a mudança precisa de 28 dos 30 votos da Comissão de F-1_Liberty, FIA e as equipes têm 10 votos cada. Como o projeto nasceu da FIA e da Liberty, na prática o projeto precisa do sinal verde de 8 dos 10 times do grid.

O grande objetivo da F-1 é tornar o formato dos finais de semana mais atrativo para o público. O plano que será votado em Imola mexe com toda a programação dos treinos. As sextas-feiras haverá apenas uma sessão livre, e a segunda será usada para definir o grid para a corrida do dia seguinte. No sábado, a “sprint race” terá 100 km (um terço do percurso de uma etapa normal) e servirá para definir o grid para o GP de domingo, que seguirá no modelo atual.

Ainda não está certo se a corrida curta também distribuirá pontos para o campeonato, dúvida que deverá ser esclarecida à medida em que as equipes começarem a chegar a Imola ete os dirigentes passarem a falar sobre o assunto.
Fonte: Uol Esportes